sábado, 17 de janeiro de 2009



O vicio de um rei
Hei rapaz, traga outra rodada,
Vou beber encher a cara,
Pra enganar a solidão.
Hei rapaz, eu achei que era feliz,
Tinha tudo que eu quis,
Carro, grana e paixão.
Hoje estou só, triste e falido,
E preciso de um amigo,
Sente-se aqui pra me ouvir.
Tinha amigos, eu amava e era amado,
Mas agora isso é passado,
Pois, eu mesmo destruí,
Eu fiz fortuna, foi com muito sacrifício,
Mas por causa de um vício,
Eu agora estou aqui.
Antes eu pensava,
Que o dinheiro era tudo,
Eu achava ter o mundo,
E agia como um rei.
Em uma noite apenas,
Numa mesa de baralho,
Destruí todo trabalho,
Que na vida conquistei.

Autora: Ana Lúcia da Silva
Barretos, 14 maio de 2004

Democracia? Solução?
No meu país minha nação,
A onda agora é corrupção,
A violência escancarada,
E os responsáveis, não sofrem nada!

Se não sou eu, nem é você,
Quem é que pode resolver,
Essa puta sem vergonhice,
Que deu inicio a essa imundície,

Independência linda palavra,
Mas, que na prática não leva a nada,
Pois na política e no financeiro,
Nós dependemos do estrangeiro,

E os governantes, onde é que estão?
Porque não mudam essa situação?
Nossa policia tão bem armada,
É pelo tráfico, já superada,

O lema era, nossas crianças,
Do amanhã serem a esperança,
Mas que futuro elas terão,
Se da infância não passarão,

É isso ai, é um sufoco,
E se alguém reclama chamam de louco,
Democracia, isso não existe,
A ordem é não dar palpite,

Se não sou eu, nem é você,
Quem é que pode resolver?

Autora: Ana Lúcia da Silva
Barretos, 15 de novembro de 2005

Amigo Fiel

Homenagem a amigos a quem amo muito